Projeto VespeR Sistema de Ensino
 

    Altamente empreendedora, a Mantenedora do Colégio Integrado Veritas implantou em 2000, nas Unidades de Sorocaba, Rio de Janeiro e Taubaté, mais um produto de seus projetos - o material apostilado V.S.E. - VespeR Sistema de Ensino.

 

    Esse material tem o espírito pedagógico desta Mantenedora e foi tendo como proposta a compactação de três anos em dois; para tanto se utilizou dos recursos da interdisciplinaridade e contextualização.
    Trabalho  excelente   realizado

 

pelos professores das unidades de Sorocaba que visa ao desenvolvimento pleno dos alunos de Ensino Médio para que o vestibular seja visto como mais uma etapa da vida escolar a ser transposta com domínio de conteúdos e serenidade.

         
Proclamado o Dia da Festa de Nossa Senhora da Ressurreição
 

    Segue abaixo a homilia:
    "Esse diálogo, que nós acaba-mos de ouvir, aconteceu há dois milênios. E exatamente nós estamos ouvindo a mesmo diálogo, da mesma forma e com a mesma intensidade, como se nós pudéssemos presenciar o próprio mistério da ressurreição, na vida de Nossa Senhora. Este mistério que Ela cantou com seu Magnificat e que Isabel contemplou no momento daquela visitação. De fato, Nossa Senhora sabia, não por ter visto, mas sabia pelos acontecimentos que foram transcorrendo, que seu Filho seria um dia ressuscitado. Quando Ela o viu ressuscitado, teve a experiência do que seria a ressurreição dEle, na carne dela, o que seria a ressirreição dEle, no corpo dela, o que seria ter uma vida continuada, sob nova forma. O que seria um corpo imponderável sob as leis do espírito.
    Nossa Senhora ao cantar, ao cantar, ao dizer, ao rezar o Magnificat, teve a experiência antecipara da sua alegria da maternidade e, ao mesmo tempo, a alegria antecipada da sua própria ressurreição.
    Nós entedemos por ressurreição voltar da morte. Mas não é apenas isto. Nossa Senhora não morreu. Ela passou de uma vida temporal para a vida eterna. E este momento de transição foi, na vida dela,   o  momento  da  sua

 

ressurreição. Ela não experi-mentou a morte para passar ao pós vida tempora. Ela não teve a experiência da agonia mortal. Ela não teve a experiência do medo, diante do abismo do desaparecimento da vida. Isso Ela sofreu, quando experi-mentou a agonia de Jesus; quando experimentou a morte de Jesus, ao pé da Cruz. Foi tão forte, foi tão intensa a participação de Nossa Senhora naquele momento, que Ela experimentou, como se estivesse morrendo, como se o universo todo estivesse desaparecendo e Ela estivesse sendo aniquilada. Mas a sua própria morte, a sua morte corpotal, a morte biológica, Nossa Senhora não experi-mentou. Ela foi levada ao céu, como diz o documento que proclamou o dogma da Assunção. Ela foi levada ao céu, no fim da sua vida terrena. E o fim da vida terrena não significa exatamente a morte. Significa outra forma de vida.
    Nós mal imaginamos o que Nossa Senhora deve ter passado desde que Jesus morreu. Ela, que era capaz de partilhar qualquer emoção, qualquer dor profunda, qualquer tribulação, foi capaz de partilhar profundamente a agonia dEle. Ela não precisava experimentar a própria morte, para saber o que era morrer. Todas as mães deveriam saber disso. Deveriam, mas não sabem. Po mais que as mães amem os seus filhos, sempre resta nelas um fundo egoísmo, um fundo de egocentrismo, que não as deixa confundir-se  total  e plenamente

 

a identidade de Jesus. Era capaz de viver inteiramente a identidade humana dEle. Era capaz de sair de si totalmente, para entrar na identidade dEle. E isso a tornou plenamente capaz de morrer a morte dEle.
    Hoje, quando nós comemo-ramos a Assunção de Nossa Senhora, na verdade nós estamos comemorando a consagração da sua ressurreição. Nós estamos, na verdade, comemorando a consagração da sua passagem do tempo à eternidade, de uma forma para outra forma de viver.
    Que Nossa Senhora da Assunção, na pleniture da sua Ressurreição, nos ensine a viver de forma mais forte, mais intensa, mais plena, a capacidade da partilha, porque é somente partilhando que nós poderemos vencer a morte, superar as transições difíceis das quais a morte é o símbolo derradeiro. Só aprendendo a partilhar completamente é que nós aprendemos a fazer estas passagens. A glória do Assunção, culminou, consagrou, coroou aquele momento do primeiro encontro de Maria com seu Filho ressuscitado. Que Nossa Senhora assunta aos céus, coloque em nossos corações toda a esperança, toda a bondade, e todo o desejo de partilha, todo o desejo de viver, mas de viver não de nossa forma menor, pequena, resumida, mas uma forma grande, ampla, generosa e intensa de viver.
    Que a beleza da Virgem da Ressurreição nos encante, nos deslumbre e nos arraste."

 
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